

RITUAL
No ritual de me desvelar
começo por rabiscar, ao sabor dos devaneios, versos que me vêm do aqui ou do além... não sei! E desde a primeira linha a rima que se adivinha e o tema que surge por encanto não me deixam perder o tênue fio que compõe esta trama! Então este poeta declama a própria alma traduzida em paisagens interiores escolhidas ao calor da emoção! Assim componho minhas poesias quais interessantes fotografias que escapam à compreensão e que por mais sutis ou fugazes ainda assim são capazes de revelar-me com exatidão!
Bernardo Maciel
Enviado por Bernardo Maciel em 26/03/2024
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