

ANUNCIAÇÃO
A poesia convida
em versos mágicos e inebriantes os esquecidos caminhantes, o povo desesperançado. A poesia chama em gritos eufóricos de alegria, em arroubos de harmonia, à multidão dos desvalidos. A poesia acena em concretos símbolos esvoaçantes, em sons e sinais extravagantes, à caravana dos adormecidos. A poesia proclama e anuncia em clarins de alvorada, o fim da madrugada... o raiar de uma nova era!!!
Bernardo Maciel
Enviado por Bernardo Maciel em 18/11/2008
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